Foto Mauro e Rochelle  

 

Pensamentos Interessantes

16 maio 2010 | Geral

Jack Welch, que comandou a General Eletric de 1981 a 2001, com grande sucesso, dizia uma coisa interessante –  É importante celebrar.

Quando alguém alcança um objetivo, é necessário celebrar com ele ou ela de alguma forma, pois é uma motivação para alcançar um novo objetivo. Quando as pessoas não sentem que estão realizando algo, sentem-se desmotivadas. As pessoas têm de sentir orgulho de seus esforços, precisam sentir que o que estão tentando é realmente possível.

Outro empresário de sucesso, Tom Watson Jr., que tornou a IBM a gigante da computação, muito antes de existir a Microsoft, dizia:

Você tem de tentar alcançar as estrelas. Você pode não conseguir uma estrela, mas, nessa tentativa, não vai ficar apenas com barro em suas mãos.

(Traduzido de forma compilada do livro 1000 dollars & an idea de San Wyly)

Caso de erro em usabilidade de shampoo

28 abril 2010 | Usabilidade

Há alguns meses quando comprava  meu shampoo habitual tive uma surpresa:  mudaram a embalagem. Na embalegem anterior, quando o shampoo estava chegando ao fim, bastava virar o frasco de cabeça para baixo e ainda dava para usar muito, pois ele é muito viscoso. Agora, algum gênio da fábrica mudou isso. Você não tem como deixar o frasco de cabeça para baixo por ele mesmo.

Acho que podemos supor algumas coisas:

  1. a fábrica vai lançar um suporte para o shampoo, aumentando sua gama de produtos;
  2. o gênio que bolou o novo frasco não acredita em economia doméstica. Se sobra uns 10 a 20% ainda do produto, é pouca coisa e dane-se a natureza;
  3. o fabricante quer que você jogue fora mesmo ainda tendo conteúdo, assim eles vendem mais (e dane-se a natureza);
  4. o fabricante acredita que sacudir o shanpoo para sair o produto quando está acabando ajuda na quantidade de exercício diário que a pessoa tem de fazer. Falta pôr no frasco que o usuário deve alternar o braço;
  5. burrice mesmo e falta de consideração com o usuário.

Experiência de consumidor no Canadá

21 abril 2010 | Geral

Vou tentar não fazer comparações, apenas contar uma coisa que aconteceu comigo.

No dia 06/04/2010 viajamos eu e Rochelle para Ottawa. Uma das minhas “prioridades” era comprar um novo Mac para mim. O modelo que eu queria era o MacBook Pro de entrada, com 2,2GHz, 2 GB de memória, 160GB de disco e bateria com duração de 7h.

Pois bem, no dia seguinte à minha chegada fui à loja da Apple e comprei por 1199 dólares canadenses, me aproveitando do desconto para professor (100 dólares). Em cima desse valor, paguei os impostos, que no Canadá, assim como em outros lugares civilizados, você sabe exatamente quanto é o total em cada produto, pois são mostrados na hora da compra.

Passados uns 4 dias, entrei na página da Apple para ver outro assunto quando descobri que havia sido lançada uma nova linha de computadores.

O de entrada passou a ser com processador de 2,4Ghz, 4GB de memória, 250GB de disco e bateria de 10h de duração.

Fiquei chateado por um momento, mas pensei: volto à  loja, devolvo esse e compro outro. Lógico que isso não é um pensamento fácil para quem vive no Brasil, pois você quando compra uma coisa aqui é difícil ou mesmo impossível  devolver.

Cheguei na loja,  bastante sem jeito, já pensando em explicar alguma coisa, pegar o dinheiro de volta e comprar o modelo novo. Mas, antes disso, perguntei se poderia trocar pelo modelo novo o que havia comprado na semana passada. A resposta foi curta: OK!

O atendente foi ao fundo da loja, trouxe a caixa do novo, me perguntou se eram aquelas especificações que eu queria. Abriu a caixa do meu, olhou se os cabos, manuais e discos estavam lá e pegou seu IPhone e começou a entrar alguns dados e escanear os códigos de barra dos dois produtos (tudo com o IPhone acoplado a uma base, que me parece ser só o leitor de código de barras). Feito isso, perguntou para mim o número do cartão de crédito para ele devolver 56 dólares.

Isso mesmo, DEVOLVER!

É que o novo modelo baixou 50 dólares.

Sem comentários. Tenho as duas notas fiscais para quem duvidar, mostrando a devolução do dinheiro.

Um detalhe: na loja oficial da Apple do Brasil já temos o modelo novo, MAIS CARO QUE O ANTERIOR!

Disse no começo que tentaria não fazer comparações, mas é difícil…

Aquecimento Global

2 dezembro 2009 | Geral

O aquecimento global parece mais fé do que ciência. Há várias medições, achismos, etc, que são “torcidos” para se encaixarem na teoria do Global Warming. Eu ainda não acredito na relação direta entre a emissão de CO2 e o aquecimento global catastrófico causado pela atividade humana. Que o homem deve empregar fontes de energia que não poluam – isso com certeza, mas é outra história. Segundo medições precisas, o que está acontecendo agora, medido entre 1957-2008, já aconteceu entre 1895-1946 (http://www.climate-skeptic.com/2009/12/why-the-historical-warming-numbers-matter.html)

A toda hora ouvimos que “a enchente desse ano foi a maior desde ano tal”; que “seca igual não acontecia desde ano tal”. Ou seja, essas coisas sempre aconteceram, só que agora, todas são causadas pelo tal aquecimento global. Já houve até político dizendo que os terremotos têm sido causa do aquecimento global.

Altura do monitor

19 setembro 2009 | Dicas

Não há coisa que causa mais controvérsia em um escritório do que a altura que deve ficar o monitor do computador em relação ao usuário. Diferentemente do que mostra a maioria dos guias de ergonomia, muitas pessoas teimam em instalar seus monitores sobre  pilhas de livros e outros apoios para que fiquem bem alto. De onde sai isso? É difícil responder. O que eu sei é que os guias sérios de ergonomia  que tratam do tema recomendam deixar o monitor abaixo da linha de visada. Ou seja, para a maioria das pessoas, o monitor deve ficar em cima da mesa, a frente do teclado, sem nada que o eleve.

Fiz uma consulta à internet e encontrei alguns sítios que apresentam de maneira bem didática o posicionamento de monitores. Exemplos:

http://h20426.www2.hp.com/program/ergonomics/nz/en/Scenario1.asp

http://www.osha.gov/SLTC/etools/computerworkstations/components_monitors.html

http://www.office-ergo.com/setting.htm

http://www.scribd.com/doc/8452817/Ergonomia-Estudo-de-Caso-no-9-B-Sup

Nesse último endereço, há um artigo em português sobre o assunto. Nele há um desenho indicando o melhor  posicionamento do monitor em relação ao usuário. Essa recomendação se repete na maioria dos artigos relacionados ao tema, ou seja, posicionar o monitor de tal forma que a parte superior destes esteja abaixo da linha de visada do usuário.

Posicao do monitor em relacao ao usuário

Nota: Às pessoas que usam óculos bifocais ou progressivos, alguns artigos recomendam a compra de um específico para uso ao trabalhar com o computador, pois o usuário tende a inclicar a cabeça para conseguir focalizar o monitor, o que causa um grande desconforto.

Gentileza gera gentileza

27 julho 2009 | Geral

Hoje me aconteceu algo que me lembrou o profeta Gentileza. Quem é do Rio de Janeiro e tem alguma idade, não sei quanto é o necessário,  já ouviu falar dele. Qualquer um que chegasse ao Rio de ônibus pela rodoviária Novo Rio veria, pintado nas pilastras do Viaduto do Caju, várias vezes o dizer “gentileza gera gentileza”. Quem tiver curiosidade, clique em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Profeta_Gentileza

Mas voltando ao início, por que lembrar dele?

Hoje fui ao banco pegar algum dinheiro. Nessa agência tem uma porta com molas, que se você solta, ela volta a se fechar. Quando saía, abri a porta e vi uma moça subindo o degrau, no ato de entrar. Dei espaço, segurando a porta, para ela entrar. Eis que, mais do que rapidamente, um homem, de uns 40 anos, se apressa e passa entre mim e ela, aproveitando a porta aberta.

Aí eu pergunto: o que custava ele esperar ela entrar? Por que a falta de gentileza?

A gente vê isso por todo lugar. É no ônibus, quando não cedem lugar aos idosos. É no trânsito, onde vale a máxima do “levar vantagem em tudo”.

Parece que eu já vivi num mundo diferente. Quando eu era mais novo, me lembro muito bem minha mãe dizendo: levanta e deixa a moça  sentar. Isso ficou guardado em mim. Sempre que estou sentando e vejo mulheres, mães com filhos, pessoas idosas, eu me levanto e cedo lugar.

Dirigindo, quantas e quantas vezes cedi minha preferência para ônibus, pensando “ali dentro deve haver gente cansada, saindo do trabalho, com pressa para chegar em casa, e eu estou aqui, mais confortável e sou um só”.

Acho que vão me chamar de tolo, mas eu faço isso. Aliás, não entendo por que tantos e tantos motoristas têm de andar acima da velocidade permitida. Será que é para se afirmar em alguma coisa na vida? Para se sentir “macho” e dono da situação, pelo menos quando está em um carro?

Quantas e quantas vezes a gente vê o cara forçar para passar, piscando, para entrar em uma rua logo em seguida, ou mesmo estacionar, muitas vezes, fazendo você esperar.

Pois é, infelizmente vivemos em dias onde a gentileza, assim como o profeta, já não pertence a esse mundo. Pelo menos não a um lugar como a Grande Florianópolis.

A vida se resume, para muitos, em levar vantagem em tudo. Dirigir sem educação, sem respeito à velocidade máxima das ruas, sem sinalizar ultrapassagens. Jogar lixo nas ruas, nos rios, na natureza. Ouvir música alto, sem se importar com os vizinhos. Instalar escapamento barulhento em motos. Passar à frente dos outros em filas. Deixar de dizer bom dia. Não agradecer quando outra pessoa faz algo, seja um garçom, um vendedor. Falar palavrão em público, sem o mínimo constrangimento.

Coisas pequenas, mas que, no dia a dia, acabam deixando a gente triste.

Proteção contra a gripe

9 maio 2009 | Geral

De saída, devo avisar que não sou médico. No máximo de computadores. Mas leio bastante sobre saúde. Por isso, quero colaborar traduzindo partes de um pequeno guia de como evitar gripes, recheadas de algumas observações minhas. Os detalhes que vêm a seguir funcionam para qualquer gripe. Desde as aviárias até às suínas. Funciona porque eu mesmo há anos não tenho gripes. Mesmo resfriados. Geralmente várias pessoas ao meu redor pegam e eu não. E olha que trabalho em ambiente fechado.

Esse guia está publicado no sítio da Scientific American. Mas ele é uma versão parecida com outra no sítio da CNN, com o título traduzido  “5 mitos sobre a gripe desbancados“. Está lá desde 2007. Também é derivado em certa parte de uma pesquisa feita há anos, década de 90, por japoneses, tentando identificar a forma mais comum de contágio da gripe: mão suja. Infelizmente para esta pesquisa não tenho mais a referência.

Na versão da Scientific American:

1) Não toque seu rosto

Tente manter as mão afastadas da boca e do nariz. Está é a forma principal de entrada do vírus no corpo humano. Vale lembrar que o hábito de se beijar ou mesmo encostar o rosto em quaquer encontro é para lá de perigoso. Até apertos de mãos têm de ser vistos com cautela.

2) Lave suas mãos

Manter as mãos limpas é importante não só para se manter longe da gripe, mas de muitas outras doenças. Não que o vírus entre pelas mãos, mas é que não conseguimos deixar de tocar em nossos rostos o tanto quanto gostaríamos. Eu tenho o hábito de evitar ao máximo corrimãos, maçanetas, todos os lugares em que muita gente põe as mãos. Em banheiros, por exemplo, após lavar minhas mãos, deixo o local com um pedaço de papel para pegar na maçaneta da porta. A maioria dos homens não lava as mãos depois de realizar suas necessidades (não sei o que acontece nos banheiros femininos). Muitos chegam a abrir a torneira, deixar as pontas dos dedos por uns 2 segundos debaixo d’água e pronto. Acho que é para melhor espalhar a sujeira.

3 – Use um higeniezador de mãos

Segundo as dicas do sítio da Scientific American, passar álcool nas mãos e deixar secar naturalmente, entre  10 a 15 segundos, tem a capacidade de destruir os vírus, inativando sua estrutura protéica. É uma saída para quando não temos uma pia com sabão. Aliás, locais públicos, como bares, restaurantes e afins, que não mantêm sabão líquido em seus banheiros, deveriam ser multados. Eu geralmente avalia a qualidade de um local pelo seu banheiro. Se é muito sujo, não fico ou não volto mais. Imagine como não é a cozinha de um lugar desses?

4 – Cubra boca e nariz

Quando alguém espirra ou tosse, gotas de água carregando vírus podem viajar até um metro através do ar e alcançar nariz e boca de outras pessoas. Por isto é bom manter pelo menos um braço de distância de uma pessoa que se esteja conversando que apresente sinais de infecção. E para proteger os outros, cubra sua boa e seu nariz com um lenço, lavando suas mãos em seguida. O vírus pode ficar infeccioso por horas ou mais, agarrado na pele ou em outras superfícies, como teclados e corrimãos. Lembre-se disso quando for a um centro de compras e usar uma escada rolante.

5 – Considere comprar uma máscara, caso precise no futuro

Segundo algumas pesquisas, o uso de máscaras especiais, como as cirúrgicas ou respiratórias, com filtros especificamente projetados que filtram gotas d’água contendo vírus, podem reduzir o contágio em até 80%. No entanto, ainda segundo o pesquisador citado no artigo (Allison Aiello, um epidemologista ligado ao University of Michigan School of Public Health), as máscaras têm pouco efeito, se o hábito de lavar  bem as mãos não for utilizado. Voltamos ao começo…

De qualquer forma, vale lembra de um mito derrubado no site da CNN que eu citei acima: diferença de temperatura não causa gripe ou resfriados, que são causados por vírus. De nada adianta se agasalhar e achar que vai se proteger. A coisa está mais para higiene pessoal do que para qualquer outra coisa qualquer.

Escada Rolante

9 maio 2009 | Geral

Escada rolante tem dois problemas sérios no Brasil. Um é higiênico. O outro de comportamente.

Vamos primeiro ao higiênico.

Você já parou para pensar a quantidade de sujeira que contém um corrimão de escada rolante? Imagine a quantidade de homens que saem do banheiro sem lavar as mãos e tocam logo em seguida em um corrimão ou maçaneta? (muitos fingem que lavam, passando a mão por 2 segundos debaixo da torneira, secando logo em seguida – não sei como é nos banheiros femininos). Já imaginou a quantidade de pessoas com gripe ou outras doenças infecciosas que levam as mãos à boca e em seguida a um corrimão? Por outro lado, será que é mesmo necessário pegar no corrimão para usar uma escada? Claro que não posso extrapolar para qualquer pessoa, mas a maioria deve conseguir usar escadas normais e rolantes sem se agarrar ao corrimão. Aliás, de minha parte, nem escada rolante uso. Aproveito para fazer exercício sempre que há uma escada convencional por perto. Mas, tenho uma segunda razão para não usar escadas rolantes.

O segundo fator: Comportamental

Dizem que viajar é uma das coisas que mais trazem alegrias na vida. Mas às vezes também trazem certa tristeza, quando se volta e compara o que se vê lá fora com a realidade de onde vivememos. Felizmente, eu já pude viajar para o dito “primeiro mundo”. Fiquei admirado com a organização e cordialidade que existem em alguns lugares. Fiquei admirado quando pela primeira vez, dentro de um supermercado, alguém pediu licença para passar por trás de mim em um corredor. Longe de poder me tocar, mas por simples cordialidade. De parar o carro na rua para que eu pudesse atravessar, mesmo sem nenhuma faixa de pedestre. Pela primeira vez, você fica até envergonhado ao ver que um caminhão parou só para você atravessar. Numa ocasião a vergonha foi até maior – eu não queria atravessar. Minha esposa estava do outro lado da rua tirando uma foto minha. Mas eu acabei por atravessar, como se a parada do caminhão tivesse sido um convite. Fazer o quê. Outra coisa impressionante. As pessoas simplesmente não jogam lixo no chão. É um conforto só, andar em ruas sem lixo. É lindo. Mas voltando à escada rolante, uma coisa que me espanta nos EUA (pelo menos onde já tive oportunidade de ir): as pessoas deixam um lado da escada rolante desimpedida para que outras com pressa passem. Simplesmente não consigo entender porque a maioria das pessoas no Brasil entopem a escada rolante e não deixam as outras passarem. Não entendo porque também não podem continuar subindo com os próprios músculos, usando a escada apenas como algo que as acelera. E se você pede licença, não raro recebe uma reprimenda.

Pense em sua saúde quando se deparar com uma escada rolante novamente…

Mauro.

In Defense of Food (Em defesa da comida)

18 dezembro 2008 | Livros

Recentemente li este livro de Michael Polland. Tem uma abordagem um tanto diferente de qualquer outro que advoga dietas e/ou recomendações de como se  alimentar de forma saudável. O tema principal é detectar o que é realmente comida entre o que se tem disponível à venda hoje em dia. O autor sugere que, se sua bisavó em um supermercado não reconher como comida, então é porque não foi “testado” no passar dos anos e, provavelmente, é uma invenção da indústria alimentícia. São geralmente ingredientes para aumentar o sabor, conservar o produto, mudar sua cor, etc. Segundo Pollan, a indústria alimentícia se aproveita daquilo que é mais fácil de produzir, mais barato e que apela para o paladar do consumidor, deixando para segundo plano o valor nutritivo do produto.

Dicas do autor:

  • Se tiver mais de 5 ingredientes – desconfie. Principalmente se entre eles houver compostos químicos impronunciáveis;
  • Se for refinado – derivado de milho e principalmente soja, também evite. Soja não é comida, mas uma base para a criação de produtos e mais produtos artificiais;
  • Ter colesterol no alimento não quer dizer que esse vai ser transferido para o sangue. Apenas pessoas com predisposição genética a essa “passagem” têm de se preocupar com isso. Muitas pessoas acabam por consumir mais quantidade de um  produto  só porque esse  possui baixa quantidade de gordura, mas no fim, acabam comendo uma quantidade total indesejável;
  • Comer de forma mais variada possível, incluindo bastante legumes e frutas – mas em POUCA quantidade no total. É aquele antigo conceito praticado por italianos, japoneses e franceses, em não se sair da mesa completamente saciado – que muitos confundem com alguma dieta especial;
  • Transformar o preparo e o consumo em um evento especial, aglomerando família e amigos. Isto, como se sabe, é impraticavel para a maioria das pessoas que vivem em grandes cidades.

Na capa do livro está estampada a idéia principal do livro: Coma comida. Não muito. Na maioria plantas.

Achei o livro de leitura muito agradável, sem enrolação. Sua forma de expôr a idéias é invejável, mesmo em entrevistas ele dá um show.

Li a versão em inglês, mas imagino que já tenha sido lançado em português no Brasil. Ele se soma a muita coisa que se tem desconfiado que anda errado nas recomendações de nutricionistas e médicos, de que quanto menos gordura melhor. Afinal, depois que se demonizou a carne, cada vez mais lemos notícias do aumento de pessoas obesas e com problemas de diabetes.

Minha coleção de programas para Mac

29 novembro 2008 | Mac

Openoffice.org – Pacote editor, planilha, apresentador compatível com documentos MS-Office. Por qual motivo gastar ou piratear um pacote de escritório se esse é 100% gratuito? E ainda é mais rápido. É nativo Mac OS X.

Witch – Permite alternar entre todas as janelas de todas as aplicações e selecionar a desejada com a combinação de teclas option-tab.

LaunchBar – Uma maneira inventiva de ir direto para aplicações, contatos, arquivos, Itunes, etc. Ao apertar uma combinação de duas teclas (eu uso command-espaço) ele abre uma caixa onde se deve começar a digitar o que se quer abrir. Ótimo para quando alguém te pergunta o telefone de outra pessoa e você tem de abrir a agenda. Basta começar a escrever o nome da pessoa e enter. A agenda abre no nome da pessoa. É útil também para lançar programas. Mais rápido do que usar o mouse.

Burn – Permite cópia e criação de CDs e DVDs. Gratuito.

Transmission -Ótimo gerenciador de torrents. Junto com o Tomato Torrente,  são os dois únicos que conheço que não comem toda a banda de sua rede.

Adium – Mensageiro que implementa AIM, MSN, Jabber, Yahoo e muito mais. Diferentemente do MSN da Microsoft que só pode ser usado com o próprio protocolo,  ainda tem a maior vantagem de não apresentar  propagandas e spams.

AppZapper – Embora no Mac para desinstalar um programa geralmente basta deletar seu diretório (em Aplicações), este programa ajuda também a retirar outros arquivos que guardam as preferência de cada programa, arquivos da cache e outros arquivos de suporte. É bem elegante em seu funcionamento: basta arrastar o programa para cima dele e zap!

WiiTransfer – Esse é para quem tem algum tipo de central de mídia ligado à sua televisão. Por exeemplo, XBox 360, Playstation 3, Wii, e específicos. Ele permite que, usando um navegador web, os arquivos de som e vídeo armazenados em seu computador possam ser tocados na TV via WEB (Wirelles ou fio). Seu computador não precisa vir para perto da TV e ser ligado nela. A qualidade de saída para a TV depende da capacidade do seu centro de mídia. Muito legal.

eReader – Ótimo leito de arquivos TXT como livros de domínio comum. Ele tem um fundo que simula um livro de papel e guarda  a página que você está lendo entre uma abertura e outra do programa. Muito bom.